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Ju Ferreira

Futuros Humanos | Palestra com Ju Ferreira

Estamos ficando mais capazes. Para construir o quê?

Uma palestra sobre as escolhas que fazemos quando tecnologia, trabalho e vida abrem novas possibilidades.

Futuros Humanos conecta essas mudanças às capacidades humanas necessárias para participar do que vem depois.

Cena ilustrativa de Juliana no palco, em enquadramento vertical.

Uma pergunta para levar além do evento.

Histórias da vida, experiência em tecnologia e Estudos de Futuros se encontram numa conversa sobre o que tratamos como inevitável e o que ainda podemos escolher.

A intenção é que a plateia saia com uma pergunta mais concreta sobre aquilo que está construindo e um movimento possível para continuar a conversa.

Três perguntas atravessam a palestra

  1. Que futuro nossas escolhas de hoje ajudam a tornar mais provável?

  2. O que vale a pena fazer com as capacidades que estamos ampliando?

  3. Do que precisamos nos tornar capazes para sustentar essa direção?

No caminho, a conversa passa por imaginar, escolher, tornar-se e construir. Não como etapas a cumprir: depois de construir, a pergunta volta, mas de outro lugar.

Conheça a tese em profundidade
Cena ilustrativa de Juliana interagindo com participantes de uma palestra.

Onde essa conversa costuma fazer sentido

  • Encontros de liderança
  • Eventos de tecnologia e inovação
  • Convenções e momentos de transformação

Cada público pede ênfases próprias. Por isso a adequação é conversada a partir do briefing de cada evento.

A tese dá direção.
O contexto define a conversa.

  • Uma liderança diante da IA

    pode precisar discutir o que delegar e que critérios preservar.

  • Uma equipe em transformação

    pode precisar enxergar a distância entre o comportamento desejado e o que a organização recompensa.

Essas tensões orientam exemplos e ênfases da conversa, conforme o público e o momento.

Customizar não é trocar o logo na apresentação. É compreender por que essa conversa precisa acontecer para aquelas pessoas, naquele momento.
Cena ilustrativa de Juliana falando no palco, vista de frente.

Quando a pergunta pede trabalho conjunto.

Às vezes, a palestra abre a conversa.
O workshop permite trabalhá-la.

Workshops e experiências permitem que o grupo trabalhe sobre uma questão, examine escolhas e desenhe movimentos possíveis. Podem ser contratados por si ou dar continuidade a uma palestra.

Veja o trabalho com organizações
Cena ilustrativa de Juliana e um grupo discutindo ideias ao redor de uma mesa.

Começamos pelo contexto.

  1. 1

    Conversa inicial

    Público, momento do evento e a pergunta que merece entrar na sala.

  2. 2

    Proposta

    Formato, escopo e condições adequados à necessidade.

  3. 3

    Preparação

    Alinhamento de exemplos, linguagem e organização da experiência.

Qual conversa precisa acontecer no seu evento?

Conte o público, a data se já existir e o que motivou o encontro. A partir daí, podemos avaliar o formato.

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