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Ju Ferreira

Primeiro de tudo, eu sou a Ju.

Sou engenheira, empreendedora, mãe e futurista. Mas os títulos explicam menos do que uma inquietação que atravessa minha vida:

o que ainda pode existir quando a gente deixa de tratar o caminho mais provável como o único disponível?

Passei por tecnologia, vendas, liderança e construção de empresas. Hoje, essas experiências encontram os Estudos de Futuros e as perguntas sobre transformação humana que continuo perseguindo.

Juliana sentada em uma poltrona na biblioteca.

A tecnologia sempre chegou acompanhada de gente.

Na minha trajetória em empresas como EMC e Oracle, tecnologia vinha com cliente, orçamento, pressão, negociação, risco e consequência.

Ao cofundar e liderar a A2F, passei a lidar também com o que é preciso para uma empresa existir: vender, entregar, contratar, decidir, corrigir e sustentar escolhas quando a realidade muda.

Nesse caminho, acertei, errei, perdi dinheiro, recomecei e mudei de direção.

Foi nesse percurso que uma ideia ganhou força para mim:

nenhuma transformação tecnológica é apenas tecnológica.

Ela muda como pessoas trabalham, decidem e se relacionam.

Por isso, diante de uma nova ferramenta, minha pergunta raramente é apenas:

“O que essa ferramenta será capaz de fazer?”

O que acontece com a gente quando ela consegue?

Juliana concentrada no trabalho em um notebook.

Ser boa num caminho não decide se quero continuar nele.

Na escola, um professor chamado Wilker me disse que eu seria boa em qualquer coisa que escolhesse. Guardei a frase. Demorei mais para escutar uma palavra dentro dela: escolher.

Gostar de muitas coisas e encontrar portas abertas pode ser maravilhoso. Também pode nos manter entrando na próxima oportunidade sem perguntar para onde o conjunto das escolhas está levando.

Essa pergunta continua comigo:

onde estou colocando minha potência?

escolher.

Quando virei mãe, o futuro mudou de escala.

O futuro passou a ser também o mundo onde minhas filhas vão viver. Isso tornou algumas perguntas muito próximas: o que ensino, o que sustento, o que questiono e o que ajudo a construir?

eu não controlo o futuro delas.

Posso participar do presente e ajudar a criar condições para que elas também façam suas escolhas.

Retrato de Juliana sorrindo diante de uma parede de tijolos brancos.

As perguntas sobre transformação ficaram maiores.

Meu interesse por escolhas, capacidades e mudança encontrou nos Estudos de Futuros um campo mais amplo. Pessoas se transformam dentro de famílias, organizações, culturas e tecnologias. Esses mundos também podem mudar.

Futuros Humanos nasceu nesse encontro. É onde organizo perguntas sobre possibilidade, direção, humanidade e aquilo que podemos começar a construir.

Eu estudo futuros porque me interesso profundamente por pessoas.
Conheça Futuros Humanos
Juliana lendo um livro e fazendo anotações em um caderno.

Essa visão encontra trabalhos diferentes.

  • Palestras e experiências

    Conversas com eventos, lideranças e equipes sobre futuros, tecnologia e transformação.

    Conheça as palestras
  • What The Future?!

    Coletivo de futuristas do qual participo, com trabalhos de futuros aplicados.

    Converse sobre futuros aplicados
  • EPIC247

    Uma frente de transformação pessoal voltada à prática no cotidiano.

    Conheça o EPIC247
  • Empresas e projetos

    Sigo próxima de clientes, tecnologia e decisões que precisam funcionar na realidade.

Eu não quero menos vida. Eu quero mais vida.

Quero construir, aprender, criar e continuar encontrando coisas que me façam mudar de ideia. Quero estar presente na vida enquanto isso acontece.

Não terminei de me tornar.
Não terminei de construir.
Juliana caminhando na calçada, em enquadramento de corpo inteiro.